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Justiça mantem prisão de acusado de esmagar cabeça e estuprar cadáver em VG

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A Justiça de Mato Grosso converteu, na segunda-feira (10), a prisão em flagrante de Wandeilson Soares Gomes, em preventiva, durante audiência de custódia, realizada no Fórum de Cuiabá.

Ele foi acusado de esmagar a cabeça de Umberto Alberico da Silva, 56 anos, e ainda estuprar o cadáver, em Várzea Grande.

 

A decisão é do juiz da 1º Vara Criminal, Murilo Moura Mesquita.

Umberto Alberico foi brutalmente assassinado com pedradas na cabeça na última sexta-feira (07), dentro de um centro comunitário abandonado no bairro Parque Del Rey.

 

Em sua decisão, o magistrado destacou que a decisão pela conversão da prisão se baseia na intenção de resguardar a ordem pública, diante da gravidade concreta da conduta delituosa e “o perigo gerado por seu eventual estado de liberdade”.

“Diante do exposto, com fulcro no art. 310, inciso II, do CPP, presentes a materialidade delitiva, os indícios de autoria e o perigo gerado pelo eventual estado de liberdade do imputado, bem como diante da necessidade de garantir a ordem pública, CONVERTO A PRISÃO EM FLAGRANTE de WANDEILSON SOARES GOMES, com qualificação nos autos, EM PRISÃO PREVENTIVA, o que faço com fundamento no artigo 311 e seguintes do Código de Processo Penal, bem como pelo fato de se revelarem inadequadas e insuficientes as medidas cautelares diversas da prisão”, decidiu Mesquita.

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Consta no boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar no dia do crime, que Umberto foi encontrado com o crânio esmagado e sem roupas. Um amigo da vítima contou que viu o homicídio e contou para familiares do homem, que perseguiram Wandeilson até a casa dos pais dele onde ele foi preso.

Respondeu por crime semelhante

Wandeilson Soares Gomes já foi acusado de assassinar Fábio Ferreira dos Santos, conhecido como “Tatu”, na frente de um bar no bairro Portal da Amazônia, em Várzea Grande, em 2020.

De acordo com as investigações, a vítima também teve o crânio esmagado e teria sido supostamente estuprado após a morte. Todas as provas apresentadas pela Polícia Civil e relatos de testemunhas não foram suficientes para condená-lo e o acusado foi colocado em liberdade no final do ano passado.

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Menor que matou Isabele Ramos completa um ano de internação no Pomeri

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Apesar de a defesa ter apresentado diversos Habeas Corpus ao longo de 2021, a menor em conflito com a lei responsável por matar a adolescente Isabele Guimarães Ramos, completa um ano de internação na ala feminina do Complexo Pomeri, nesta quarta-feira (19).

O último recurso foi julgado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), no dia 14 de dezembro. Contudo, foi negado, assim como vários outros apresentados.

A menor segue internada no Pomeri desde 19 de janeiro de 2021, após decisão da juíza Cristiane Padim, da 2ª Vara Especializada da Infância e Juventude de Cuiabá. No dia 1 de julho, a internação da adolescente passou pela reavaliação, porém, com mais um revés para a defesa, já que a juíza novamente decidiu por mantê-la no Complexo Pomeri.

 

A sentença prevê internação de até 3 anos, com avaliação semestral, pelo ato infracional análogo ao homicídio doloso.

De acordo com matéria do Jornal A Gazeta, publicada em abril de 2021, a menor estaria usufruindo de privilégios no local. Ela recebia visita frequentes dos pais, além de ter solicitado acesso à Netflix e a internet, para poder fazer aulas online.

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Até então, 6 menina, contando com ela, estavam internadas. Com o aumento no número de internas, ela passou a dividir espaço.

O caso
Isabele Guimarães Ramos, 14, foi morta com um tiro no rosto, em 12 de julho, quando estava na casa da melhor amiga, uma adolescente de também 14 anos na época do crime.

A amiga alegou que o disparo que matou Isabele foi acidental, no entanto, o inquérito da Polícia Civil concluiu que o homicídio foi doloso, ou seja, com intenção de matar.

A investigação durou 50 dias e autuou 4 pessoas, além da adolescente, que chegou a ser denunciada pelo Ministério Público Estadual (MPE), foi internada e passou menos de 16 horas no Pomeri, mas conseguiu liberdade.

O processo está em andamento na Justiça e corre em sigilo. O Ministério Público do Estado (MPE) denunciou o empresário Marcelo Martins Cestari e a esposa Gaby Martins Cestari, pais da adolescente acusada de matar Isabele, pelos crimes de homicídio culposo, corrupção de menor, porte ilegal de arma, fraude processual e entregar arma para menor de idade. Caso condenados, eles podem pegar mais de 15 anos de prisão.

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