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Vacinação contra COVID: Crianças de 5 a 11 anos na Unic Beira Rio a partir de quinta-feira

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O prefeito Emanuel Pinheiro anunciou, por meio de live nesta terça-feira (18), que crianças com idade entre 5 a 11 anos serão imunizadas a partir de quinta-feira (20), no aniversário de um ano da aplicação da primeira dose de vacina contra o coronavírus em Cuiabá. Pais ou responsáveis deverão entrar no site www.vacina.cuiaba.mt.gov.br , escolher o grupo no qual a criança se encaixa e preencher os dados com atenção. 

Do dia 20 ao dia 22, apenas o polo da Unic Beira Rio realizará a vacinação deste público, devido ao baixo quantitativo de doses recebidas. Foram 3.580 doses exclusivas para crianças e, conforme dados do Ministério da Saúde, a estimativa é de 60.659 crianças de 5 a 11 anos que residem na Capital.

“Trago aqui uma boa notícia ao nosso povo cuiabano. A partir de quinta-feira, 20, começamos a imunizar os nossos cuiabaninhos e cuiabaninhas. Para acabarmos com esse vírus e esse momento terrível em que o mundo vive, só vacinando para conseguirmos sair dessa e voltarmos à nossa rotina. Peço aos pais ou responsáveis por essas crianças que cadastrem-as para que elas sejam imunizadas. Pelos amor de Deus, pai, mãe, avó ou tia que cuidam das nossas crianças, eu faço um apelo, vacinem as nossas crianças”, pediu o gestor.

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Conforme o cronograma do Ministério da Saúde, crianças com morbidades ou com deficiência permanente devem ser os primeiros imunizados, seguidos pelas crianças quilombolas. Posteriormente, aquelas crianças que vivem em lar com pessoas com alto risco para evolução grave de Covid-19  (por exemplo: lares com pessoas com HIV positivo, pacientes oncológicos, pacientes que realizam hemodiálise rotineiramente e pessoas imunossuprimidas).

Só poderão vacinar crianças que tenham até 11 anos completos (nascidas entre 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2011).

Conforme o prefeito, a partir da próxima semana, mediante a chegada de maior quantitativo de doses, os polos de vacinação Unic Beira Rio (Região Leste), USF Paiaguás (Região Norte),  USF Quilombo (Região Oeste), USF do Pedra 90 Ie II  e ainda USF Parque Cuiabá (Região Sul) aplicarão a vacina nas crianças.  Já nas zonas rurais, a USF Guia, o Programa Amor I  e Amor II atenderão essas demandas.

Já as crianças acamadas serão atendidas por uma equipe do Consultório na Rua.

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A Prefeitura de Cuiabá divulgará o começo de cada faixa etária nos seus canais de comunicação – (site e redes sociais).

Até a última segunda-feira (17), a Prefeitura de Cuiabá aplicou mais de 400 mil primeiras doses para a população acima de 18 anos, o que corresponde a cerca de 90% da cobertura vacinal. Já com a segunda dose ou dose única foram aplicadas mais de 374 mil vacinas, que correspondem a 81,5% da população acima de 18 anos totalmente imunizada. Em relação às doses de reforço e doses adicionais (para imunossuprimidos), foram cerca de 100 mil aplicações, o que corresponde a 14,4% da população adulta.

 

Mais de 42 mil adolescentes de 12 a 17 anos tomaram a primeira dose, o que corresponde a 70% desse público imunizado. Com a segunda dose foram vacinadas cerca de 4100 adolescentes, ou 31% deste grupo com o esquema vacinal completo.

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Trinta sequelas e sintomas persistentes da Covid-19; confira a lista

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A infecção pela Covid-19 até pode ser assintomática, mas isso não a impede de deixar marcas. De acordo com as informações mais recentes, são aqueles pacientes que tiveram a doença em níveis mais graves que possuem maior probabilidade de ficar com prevalência de sintomas e sequelas após serem contagiados com o SARS-CoV-2.

Pessoas com casos mais leves da doença têm relatado dificuldades nas semanas ou meses seguintes à infecção.

“Ainda não tivemos tempo suficiente para perceber como vai ser esta evolução”, diz à CNN Portugal Andreia Leite, professora na Escola Nacional de Saúde Pública, que trabalha em um estudo que irá avaliar a persistência da ‘covid longa’ em Portugal.

“Tem ocorrido grande dificuldade em definir a covid longa”, admite, bem como as sequelas que ficam em uma “condição pós-covid”.

“A condição pós-covid é um diagnóstico de exclusão”, assinala ainda a investigadora. “Se alguém teve covid e começa com determinado sintoma é preciso perceber se é, de fato, esta a justificação, até porque existe um conjunto de outras causas para estes vários sintomas, o que torna a abordagem mais difícil”, resume.

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