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Saiba se é pior ou melhor um sexo demorado

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Saiba se é pior ou melhor um sexo demorado

Não existe regra quando o assunto é sexo. Toda e qualquer interação é bem pessoal. Cada mulher tem sensibilidade e preferências diferentes, e ficar mais tempo lá não significa não dar prazer. Segundo um estudo do The Journal of Sexual Medicine, um ato sexual, minimamente satisfatório, tem entre 3 e 13 minutos de duração. Ou seja, a sua uma hora de britadeira não vai dar mais prazer, apenas gerar incômodo e esse papo de que se deve demorar é a maior furada.

A palavra-chave é percepção. Sinta a mulher, busque entender o ritmo que ela curte em vez de sair fazendo tudo de forma afobada, com script pronto. Cada uma chega lá de um jeito ou momento diferente. Às vezes, passar mais meia hora no ato não vai fazê-la alcançar o orgasmo.

Preste sempre atenção e se esforce nas preliminares. Se ela gozar nessa parte, já é meio caminho andado para você transar no seu tempo e sem preocupações. Lembre-se, também, que a mulher não precisa necessariamente gozar durante a penetração para o sexo ser bom. Então, você pode ficar tranquilo e parar de pensar na sua avó de biquíni enquanto transa só pra não gozar rápido.

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Tesão fora do quarto, mas não se entrega na hora H? Veja o porquê

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Já se questionou sobre os motivos de ter tesão, mas não conseguir se entregar de verdade ao prazer? Vontade, lubrificação e ereção não são garantias de que você estará ali presente no momento do sexo.

A psicóloga e sexóloga Gabriela Marinho esclarece que vários motivos podem atrapalhar a conexão total: “Medo e insegurança, experiências traumáticas, educação sexual punitiva e restritiva podem ser alguns fatores que impedem a pessoa de se entregar 100%”.

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Mas não é só isso. Entenda o porquê muita gente, mesmo com muita vontade, acaba “ausente” na hora H.

Tesão fora do quarto

Fora do quarto, você está morrendo de tesão: durante o jantar, vendo um filme com o par ou ainda nos amassos quentes que começam longe da cama. Mas, na hora da transa, aparecem bloqueios mentais que não permitem que você se entregue totalmente.

A especialista explica que mesmo em situações de sexo casual ou dentro de um relacionamento o corpo tem respostas sexuais nas preliminares. “Mas no momento de ir para a cama pode ser que apareçam lembranças ou inseguranças capazes de reprimir o desejo”, indica Gabriela.

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“O que pode acontecer é que, fora do quarto, homens e mulheres têm fantasias sobre sexo, mas na hora que vai acontecer a transa a pessoa entra em contato com medos e traumas. Aí, o corpo trava”, explica.

Broxar com a mente

Mesmo que fisicamente a pessoa, de fato, não broxe, quando se trata de sexo é preciso estar presente e conectado ao momento. E não só com o corpo. Gabriela reforça que, se a pessoa não estiver presente completamente, as chances são grandes de perder a lubrificação e a ereção.

“Pensando sobre o ciclo de resposta sexual, a gente deseja primeiro e depois se excita. Então, o corpo e a mente precisam estar bem conectados naquela hora. Se a cabeça não se entrega e começa a se podar, o corpo também para de responder. É a cabeça que vai mandando combustível”, esclarece.

Por isso, quando a mente manda mensagem negativa, o corpo suspende os estímulos, e a pessoa pode broxar.

Para a especialista, se corpo e mente não estiverem conectados no momento do sexo, a pessoa até consegue continuar na transa e fazer acontecer, mas não aproveita por não estar à vontade. “Para quem tem pênis, ou vai ejacular rapidamente ou perder a ereção. E as mulheres podem perder a lubrificação”, alerta.

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Como estar presente?

E então, como deixar as preocupações de lado e se entregar na cama? Não parece ser tarefa fácil, mas é totalmente possível. E o autoconhecimento sexual será o principal elemento a ajudar nessas situações.

“O autoconhecimento em geral, não apenas o sexual, vai colaborar para melhorar a conexão. A gente precisa se conhecer para se entregar”, aponta a psicóloga.

Vale reforçar que é um processo de descoberta individual: entender quais questões precisam ser desconstruídas. E ainda entender que tipo de pegada, de sexo e de relação mais satisfaz.

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