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Citroën mostra novo C5 Aircross, que poderá vir ao Brasil

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A Citroën está para trazer o C5 Aircross ao Brasil, mas deve ter esperado a chegada da versão renovada do SUV para voltar a traçar planos para o país. O carro agora está com retoques no desenho e ficou com aspecto mais moderno, com uma nova frente.

As principais mudanças no SUV da Citroën são notadas logo de cara, com uma grade frotal menor e mais moderna, barras iluminadas que se parecem com tiras de LED. Além disso, incluíram o logo reestilizado da marca francesa e luzes diurnas.

Além disso, o SUV agora tem para-choques de aspecto mais esportivo e com entradas de ar maiores, bem como aspecto mais sofisticado. Há também luzes de neblina com novos detalhes emolduradas por frisos metálicos.

 

Foto: Divulgação

 

 

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Entre as mudanças também se destacam as carcaças dos espelhos retrovisores pintadas de preto brilhante e as novas rodas de aro 18 pelegadas . E na traseira, pequenos detalhes nas lanternas traseiras são as únicas alterações.

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Por dentro, SUV da marca francesa recebe nova central multimídia, agora com tela de 10 polegadas. Bom também é que o console central foi redesenhado ,o painel ganhou saídas de ar mais estreitas e os bancos ficaram mais confortáveis com opção até de fazer massagem.

A versão renovada do Citroën C5 Aircross vai chegar ao mercado europeu em meados do ano com motor a gasolina, a diesel e híbrido plug-in, que vem com 225 cv de potência combinada e que pode rodar até 55 km apenas no modo elétrico.

Fonte: IG CARROS
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Caminhão arqueado: como nova moda cria “máquinas de matar” nas estradas

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Toda vez que pego a estrada, volto para casa com dezenas de perguntas e indignações. Minha última viagem foi uma semana atrás, quando percorri duas vezes (ida e volta) o trecho entre Salvador e Guanambi, no sudoeste baiano, de 670 quilômetros. Nesse trajeto, passei pelas BRs 324, 116 e 030 e pela BA 026 com vários trechos em situações deploráveis.

Mas não foi a condição da estrada o que mais me chocou, e sim o número de caminhões arqueados, ou seja, com a frente rebaixada e traseira empinada: uma verdadeira máquina de matar, mesmo em acidentes considerados simples.

Com mais ou menos 200 km de viagem, decidi contar quantos caminhões alterados passavam pelo meu caminho: cheguei à conclusão de que a cada 10 veículos de carga, pelo menos dois estavam alterados.

É claro que os 1,3 mil quilômetros que percorri não são nada perto de todas as estradas brasileiras, por isso, decidi conversar com o Rodolfo Rizotto, fundador do SOS Estradas, para entender se o que vi refletia a realidade. “Virou febre. No Instagram de grupos de caminhoneiros é uma loucura o que eles postam de barbaridades.”

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Pesquisando mais a fundo, percebi que os caminhoneiros que fazem as maiores intervenções são considerados verdadeiros ícones nesses grupos, como o Edson Juhem, conhecido como Jaquirana GBN, proprietário do caminhão mais arqueado do Brasil: Scania 114G 340, que vem acoplada em uma carreta com apenas um eixo. A carreta recebeu um suporte alongado para as bolsas de ar e balanças da suspensão. A badana, ou lameiro, tem 2,25 metros de altura.

Não faltam ícones do movimentos como Cabelo Batateiro, denunciado em matéria anterior de UOL Carros e dono de caminhões super famosos que têm até apelidos carinhosos, como Joaninha. Um Scania P310 com dianteira encostada no chão e traseira elevada que chega a 1,70 m.

Os modelos que vi nas estradas talvez não cheguem a esse nível de ousadia, mas estavam claramente com a traseira bem mais alta do que a configuração de fábrica e a dianteira encostando no chão. E o pior: completamente carregados.

Segundo informações de Rodrigo Kleinubing, engenheiro especialista em acidentes de trânsito, caminhões desse tipo são verdadeiras máquinas de matar. Isso porque, alterando características originais, não é mais possível garantir os mesmos parâmetros de estabilidade e frenagem do veículo.

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“A alteração mexe com dois itens que não devem ser mudados: a suspensão e o sistema de freios. Mexer no projeto original coloca em risco a segurança do caminhoneiro e de outras pessoas que transitam pelas estradas”.

Traseira da "Joaninha" tem 1,70 m de altura! - Reprodução/Youtube - Reprodução/Youtube
Traseira da “Joaninha” tem 1,70 m de altura!

Imagem: Reprodução/Youtube

Rodrigo alerta que os acidentes envolvendo veículos de carga com traseira elevada podem ser muito mais graves, considerando o grande número de batidas de carros de passeio atrás de caminhões nas rodovias devido à diferença de velocidade média.

“Elevar a traseira incentiva o fenômeno de o carro entrar sob o caminhão em caso de batidas. Tínhamos esse problema sério no Brasil, que foi resolvido com a obrigação das placas retrorrefletoras e dos para-choques. Esse tipo de acidente é altamente letal porque quando um carro entra embaixo do caminhão é muito comum que os passageiros da frente sejam decapitados”, alerta o especialista.

O que mais assusta nesse cenário é a cultura do “quanto pior, melhor”. Alguns desses caminhoneiros, nos grupos, argumentam que essas mudanças aumentam a estabilidade, o que não faz nenhum sentido, já que o centro de gravidade do carro é completamente alterado.

Outros, menos preocupados com opiniões contrárias, acham graça quando o caminhão “foge” da estrada. Em que momento colocar a própria vida e a dos outros em perigo virou motivo de piada?

Penalidade

Apesar de não representar nada frente ao perigo em caso de acidentes, há punições para esse tipo de alteração. Suspensão irregular rende multa e retenção do veículo.

Conforme inciso VII do artigo 230 do CTB, conduzir veículo com características alteradas sem autorização constitui infração grave, com acréscimo de cinco pontos no prontuário da CNH, multa de R$ 195,23 e retenção do veículo até a sua regularização.

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Fonte: UOL 

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